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O Rés do Chão surgiu em 2013 com o objectivo de desenvolver estratégias de reabilitação e ocupação de pisos térreos e de qualificação do espaço público.

Desde então, tem desenvolvido um conjunto de estratégias e ferramentas inovadoras e uma metodologia de trabalho que contempla diferentes serviços. Nos contextos em que intervém, em parceria com a rede de agentes locais, tem contribuído para a reabilitação, ocupação e dinamização de pisos térreos e para a qualificação e activação do espaço público, transformando áreas urbanas, através do fortalecimento da economia local e das relações de vizinhança e proximidade.
Quando os pisos térreos da cidade estão abertos ao público, a vida da cidade é reforçada. As actividades enriquecem-se umas às outras, a riqueza das experiências aumenta, passear torna-se mais seguro e as distâncias parecem menores.(...)
Jan Gehl

Os pisos térreos são espaços fundamentais de transição com a rua, contribuindo para a construção da imagem e identidade da cidade, para o equilíbrio do ecossistema de bairro, fortalecimento da economia local e para a qualificação do espaço público.

Nos últimos anos, registou-se um aumento significativo do número de pisos térreos comerciais desocupados nos centros históricos das cidades portuguesas, transformando e desactivando áreas urbanas consolidadas.

Da mesma forma, muitos dos bairros municipais e áreas urbanas construídas nas últimas décadas apresentam défices de comércio e serviços e uma percentagem elevada de pisos térreos comerciais desocupados, comprometendo a qualidade das mesmas.
As cidades são locais onde as pessoas se encontram para trocarem ideias, negociarem ou apenas para descontraírem e fruírem. O domínio público de uma cidade — as ruas, as praças e os jardins — é o palco e o catalisador destas actividades.
Richard Rogers

As ruas, largos, jardins, praças – o espaço público – são o lugar de encontro por natureza e constituem a rede que suporta as dinâmicas sociais de uma cidade.

Enquanto palco de vida, o espaço público deve, por excelência, ser um lugar qualificado que promova a apropriação e fruição dos transeuntes e moradores e o seu encontro e convívio.

Muitas das áreas urbanas consolidadas dos centros históricos viram, nos últimos anos, o seu espaço público degradar-se e a perda de moradores contribuiu de forma significativa para o esvaziamento e desactivação de muitos destes espaços de encontro. Nas periferias e bairros construídos recentemente, proliferam os espaços públicos desqualificados sem capacidade de se constituírem como lugares de encontro, de estadia e de promoção da coesão sócio-territorial.

METODOLOGIA

As cidades têm a capacidade de oferecer qualquer coisa a todos os seus residentes, apenas porque e quando são criadas por toda a gente.
Jane Jacobs
INTERVENÇÃO ADAPTADA
AO CONTEXTO

Através de uma metodologia de trabalho que contempla diferentes serviços desenvolvemos projectos ajustados aos clientes e às necessidades e potencialidades do território de intervenção.

ENVOLVIMENTO E
PARTICIPAÇÃO

Em todas as fases e esferas de actuação promovemos o envolvimento e participação da rede de agentes locais, garantindo um maior impacto e sustentabilidade das soluções materializadas.

REVITALIZAÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS E PISOS TÉRREOS

O nosso trabalho tem como foco duas esferas de actuação – os pisos térreos e o espaço público - pela importância e capacidade dos mesmos de serem elementos de transformação e mudança.

MONITORIZAÇÃO E
MEDIÇÃO DE IMPACTO

Durante o processo as várias soluções implementadas são monitorizadas de forma a aferir o impacto alcançado e a eficiência das estratégias implementadas.

PRÉMIOS | FINANCIAMENTOS

2018
Projecto financiado pela União Europeia no âmbito do programa de investigação e inovação Horizonte 2020 ao abrigo do contrato de subvenção n.º 730280 – projecto R.O.C.K..
2018
Projecto finalista da 2ª fase do Programa de Apoio a Empreendedores Sociais – PAES Aceleração promovido pela Santa Casa da Misericórdia
2017
Projecto financiado pelo programa BIP/ZIP da Câmara Municipal de Lisboa (Bairro de Intervenção Prioritária Bairro dos Alfinetes / Salgadas, Marquês de Abrantes e Condado – Freguesia de Marvila)
2016
Projecto finalista no concurso europeu de empreendedorismo social Social Innovation Tournament, promovido pelo Banco de Investimento Europeu. Vencedor de uma mentoria com a organização Up Social
2015
Projecto financiado pelo programa BIP/ZIP da Câmara Municipal de Lisboa (Bairro de Intervenção Prioritária Eixo de São Paulo – Freguesia da Misericórdia)
2014
Projecto financiado pelo programa BIP/ZIP da Câmara Municipal de Lisboa (Bairro de Intervenção Prioritária Eixo de São Paulo – Freguesia da Misericórdia)
2013
3º Lugar no Concurso “Faz – ideias de Origem Portuguesa” promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian

CLIENTES

Ao longo dos últimos anos o Rés do Chão trabalhou com entidades de referência, nomeadamente com a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal do Funchal.

Para além do trabalho desenvolvido com os clientes, o Rés do Chão tem partilhado a sua experiência e metodologia com várias entidades públicas e privadas que desenvolvem projectos de regeneração urbana em diferentes contextos

INSTITUIÇÕES PÚBLICAS

Entidades activas no desenvolvimento local da cidade, tais como Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.

ENTIDADES PRIVADAS

Interessados em revitalizar os seus espaços, edifícios e o entorno do seu bairro, tais como: investidores, proprietários de pisos térreos e associações locais.

EQUIPA

MARGARIDA MARQUES

ARQUITECTA

2013 — ...
 

Licenciada em Arquitectura pela Universidade de Lisboa. Trabalhou em São Paulo, Quito e em Lisboa.

HENRIQUE CHAVES

SOCIÓLOGO

2017 — ...
 

Licenciado e mestre em Sociologia, especializado em estudos urbanos. Tem trabalhado sobre direito à cidade, mobilidade urbana, participação pública, habitação e imigração.

LUÍS MATOS

PEDAGOGISTA

2019 — ...
 

Licenciado em Ciências da Educação. Tem trabalhado proximamente com populações tendo como foco questões de fortalecimento da coesão social.

MANUEL PEREIRA

ANTROPÓLOGO

2015 — 2018
 

Licenciado em Antropologia. Trabalhou no Rio de Janeiro e em Lisboa, especializando-se no sector da regeneração urbana.

MARIANA PAISANA

ARQUITECTA

2013 — 2016
2016 — ... colaborações pontuais

Licenciada em Arquitectura pela Universidade de Lisboa e com mestrado em Desenho Urbano pela Harvard Graduate School of Design. Trabalhou na Índia, Boston e Lisboa.

MARTA PAVÃO

ARQUITECTA

2013 — 2017
 

Licenciada em Arquitectura pela Universidade de Lisboa. Trabalhou na Índia, Brasil, Nova Iorque e Lisboa. Em 2014 iniciou o atelier de arquitectura – Cais.

SARA BRANDÃO

ARQUITECTA

2013 — 2015
2015 — ... colaborações pontuais

Licenciada em Arquitectura pela Universidade de Lisboa. Trabalhou em Buenos Aires, Santiago do Chile, Londres e Lisboa. Em 2017 fundou o atelier de arquitectura – 17.

PARCEIROS

PARCEIROS RÉS DO CHÃO
PARCEIROS DE CONSTRUÇÃO
PARCEIROS RÉS DO CHÃO MISERICÓRDIA
PARCEIROS RÉS DO CHÃO MARVILA
REDE QUE INTEGRAMOS